Em 1980, dois projectos com letras da sua autoria, Gostava de ser quem era e Lágrima, este editado em 83. Condecorada com o grau de oficial da Ordem do Infante D. Henrique, por Mário Soares, na altura Presidente da República Portuguesa. Segue-se a homenagem pela Câmara Municipal de Lisboa.Em 82, Amália dá voz a O senhor extra-terrestre e Fado. Surge Amália na Broadway, que reúne oito standards de musicais americanos gravados nos anos 60, com o maestro Norrie Paramor. Em 85, Coliseu dos Recreios com o primeiro grande concerto a solo. Segue-se Paris e a condecoração com o mais alto grau da Ordem das Artes e das Letras, pelo Ministro da Cultura, Jack Lang. Editado duplo álbum O melhor de Amália-Estranha forma de vida. O sucesso estrondoso faz surgir O melhor de Amália volume II-Tudo isto é Fado. Em Toronto, Canadá, o dia 6 de Outubro passa a ser o Dia Oficial de Amália. Em 87, é editada a biografia oficial Amália-Uma biografia. São, igualmente, editados Sucessos, primeiro CD e Coliseu 3 de Abril de 1987, o triplo-álbum de luxo de carreira, e ganha o Disco de Ouro. Em 1989, celebra 50 anos de carreira, com a colectânea Amália-50 anos. Recebe a Ordem Militar de Santiago de Espada. Prossegue numa tournée mundial. O Papa João Paulo II concede-lhe uma audiência privada.
Eu não canto o fado. É o fado que canta dentro de mim. (Fado) Inserido Saturday 09 February 2008 11:48
Povo que lavas no rio (Fado) Inserido Friday 08 February 2008 22:35
La reina del Fado canta fados, rancheras y flamenco (Fado) Inserido Wednesday 06 February 2008 12:20
Surge Paris, Chez Carrère e Londres, no Ritz. Em 1950, mais um momento marcante na sua internacionalização, aquando do espectáculo do Plano Marshall, no pós-guerra, que a catapulta por toda a Europa. É por esta altura que conhece Alberto Janes que a procura para lhe oferecer Foi Deus, um fado marcante na carreira de Amália. A partir dos anos 50, é África, é América, é o México e a ranchera, canção popular mexicana, é Hollywood e o Mocambo, ponto de encontro das estrelas cinematográficas. Em 52, querem-na em Nova Iorque, no La Vie en Rose, na televisão, no programa da moda na altura Coke Time With Eddie Fisher. Assina contrato com a Valentim de Carvalho. Um pequeno papel em Os Amantes do Tejo, produção francesa, onde interpreta Canção do Mar e Barco Negro, que acompanham o sucesso do filme. Grava o primeiro LP Amália Rodrigues sings Fado from Portugal and Flamenco from Spain, publicado nos Estados Unidos da América, com edições em Inglaterra e em França. Em 55, surge, pela primeira vez, como actriz dramática em A Severa, de Júlio Dantas e produção de Vasco Morgado, em cartaz no teatro Monumental. Um novo filme April in Portugal, onde cantou Coimbra e Canção do Mar, estreado em Londres e premiado em Berlim e Mar de la Plata. No México, filma Musica de Siempre junto a Edith Piaf. Em 1956, o Olympia de Paris, nas festas de despedida de Josephine Baker. Logo depois, novamente o Olympia, como vedeta americana. Em 1957, ainda o Olympia, como primeira vedeta. Conquistou tudo e todos e todos querem escrever para Amália: Charles Aznavour, inspirado no fado Ai, Mouraria, escreve Ay, Mourir pour Toi. Mais um filme, Sangue Toureiro. Papel principal na peça televisiva de grande sucesso, O Céu da minha Rua. Em 1959 está entre as quatro melhores cantoras do mundo.
Espera de Toiros (Fado) Inserido Sunday 03 February 2008 22:51
Em 1940, estreia-se no teatro de revista Ora Vai Tu , em cartaz no teatro Maria Vitória. Durante vários anos, surge em revistas e operetas com fados de grande sucesso e conhece Frederico Valério, que lhe compõe alguns dos melhores fados de sempre. Segue-se Espera de Toiros e Essa é que é essa, dando vida a Maria da Cruz. Tem cada vez mais proeminência e, ao lado de Hermínia Silva, no teatro Apolo, cria o Fado do Ciúme, na opereta Rosa Cantadeira. Começa a sua internacionalização pelo país vizinho, em Madrid , e dá-se a paixão pelo flamenco. Segue-se Rio de Janeiro, casino Copacabana, num espectáculo criado à sua imagem. Foi a apoteose aos 24 anos de idade. Volta a ser contratada com músicos e bailarinas para uma tournée pelo Brasil. E surge Ai, Mouraria, no teatro República da cidade carioca, em 45. Pode dizer-se que é em terra brasileira que se dá, de facto, o primeiro passo importante na sua escalada internacional pelos quatro cantos do mundo ao gravar vários discos no Rio de Janeiro. Em 47, uma nova estreia. Desta vez, o cinema com Capas Negras, ao lado de Alberto Ribeiro. Segue-se Fado-História de Uma Cantadeira, que estreia no Coliseu da cidade do Porto e lhe vale o prémio do SNI, como melhor actriz do ano. Em 49, Vendaval Maravilhoso, uma co-produção Luso-Brasileira, de Leitão de Barros.






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