Página Inicial Data de criação : 08/02/01 Última actualização : 08/05/22 12:32 / 43 Artigos publicados
 

Povo que lavas no rio  (Fado) Inserido Friday 08 February 2008 22:35

alain oulman, alberto janes, carlos vilardebo, pedro homem de melo

     Casa novamente em 1961, agora com o engenheiro brasileiro, César Seabra, que vem a falecer em 1993, após 36 anos de vida em comum.Em 62, dá-se uma viragem significativa na sua carreira, quando descobre Alain Oulman. Começa, então, a cantar os grandes poetas portugueses. Nova viragem na carreira, um ano depois, com o LP Amália Rodrigues, também conhecido por Busto ou Asas Fechadas. Canta Estranha forma de vida e Povo que lavas no rio, com cariz político, da autoria de Pedro Homem de Melo. Conquista o público em Edimburgo. No Líbano, chega a acompanhar, com o seu prestigiado fado, uma Missa de Acção de Graças, pela independência do Líbano. Regressa ao cinema em 64, com Fado Corrido, de Brum do Canto. Ilhas Encantadas de Carlos Vilardebó,em 65, que lhe confere o prémio de melhor actriz. Em 66, o filme francês Via Macau. Conhece aquele que viria a tornar-se o seu fotógrafo oficial, Augusto Cabrita. Canta o nosso maior poeta, Luís de Camões, e edita Fado português. Canta o folclore português no Lincoln Center de Nova Iorque. Novamente Paris, novamente Olympia com Grand Gala du Music-Hall Portugais, conferindo maior visibilidade a alguns artistas portugueses. Em 67, é galardoada com o prémio Midem, com o tema Vou dar de beber à dor, de Alberto Janes. A proeza repete-se nos dois anos seguintes. Protagoniza a Sapateira prodigiosa, de Garcia Lorca. Em 69, pisa chão russo, com grande sucesso. Edita Marchas de Lisboa. É figura de relevo em Paris no Festival du Marais e em Atenas nas  Olimpíadas da Canção.   

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