Página Inicial Data de criação : 08/02/01 Última actualização : 08/05/22 12:32 / 43 Artigos publicados
 

Fado

La reina del Fado canta fados, rancheras y flamenco  (Fado) Inserido Wednesday 06 February 2008 12:20

Surge Paris, Chez Carrère e Londres, no Ritz. Em 1950, mais um momento marcante na sua internacionalização, aquando do espectáculo do Plano Marshall, no pós-guerra, que a catapulta por toda a Europa. É por esta altura que conhece Alberto Janes que a procura para lhe oferecer Foi Deus, um fado marcante na carreira de Amália. A partir dos anos 50, é África, é América, é o México e a ranchera, canção popular mexicana, é Hollywood e o Mocambo, ponto de encontro das estrelas cinematográficas. Em 52, querem-na em Nova Iorque, no La Vie en Rose, na televisão, no programa da moda na altura Coke Time With Eddie Fisher. Assina contrato com a Valentim de Carvalho. Um pequeno papel em Os Amantes do Tejo, produção francesa, onde interpreta Canção do Mar e Barco Negro, que acompanham o sucesso do filme. Grava o primeiro LP Amália Rodrigues sings Fado from Portugal and Flamenco from Spain, publicado nos Estados Unidos da América, com edições em Inglaterra e em França. Em 55, surge, pela primeira vez, como actriz dramática em A Severa, de Júlio Dantas e produção de Vasco Morgado, em cartaz no teatro Monumental. Um novo filme April in Portugal, onde cantou Coimbra e Canção do Mar, estreado em Londres e premiado em Berlim e Mar de la  Plata. No México, filma Musica de Siempre junto a Edith Piaf. Em 1956, o Olympia de Paris, nas festas de despedida de Josephine Baker. Logo depois, novamente o Olympia, como vedeta americana. Em 1957, ainda o Olympia, como primeira vedeta. Conquistou tudo e todos e todos querem escrever para Amália: Charles Aznavour, inspirado no fado Ai, Mouraria, escreve Ay, Mourir pour Toi. Mais um filme, Sangue Toureiro. Papel principal na peça televisiva de grande sucesso, O Céu da minha Rua. Em 1959 está entre as quatro melhores cantoras do mundo.

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Espera de Toiros  (Fado) Inserido Sunday 03 February 2008 22:51

Em 1940, estreia-se no teatro de revista Ora Vai Tu , em cartaz no teatro Maria Vitória. Durante vários anos, surge em revistas e operetas com fados de grande sucesso e conhece Frederico Valério, que lhe compõe alguns dos melhores fados de sempre. Segue-se Espera de Toiros e Essa é que é essa, dando vida a Maria da Cruz. Tem cada vez mais proeminência e, ao lado de Hermínia Silva, no teatro Apolo, cria o Fado do Ciúme, na opereta Rosa Cantadeira. Começa a sua internacionalização pelo país vizinho, em Madrid , e dá-se a paixão pelo flamenco. Segue-se Rio de Janeiro, casino Copacabana, num espectáculo criado à sua imagem. Foi a apoteose aos 24 anos de idade. Volta a ser contratada com músicos e bailarinas para uma tournée pelo Brasil. E surge Ai, Mouraria, no teatro República da cidade carioca, em 45. Pode dizer-se que é em terra brasileira que se dá, de facto, o primeiro passo importante na sua escalada internacional pelos quatro cantos do mundo ao gravar vários discos no Rio de Janeiro. Em 47, uma nova estreia. Desta vez, o cinema com Capas Negras, ao lado de Alberto Ribeiro. Segue-se Fado-História de Uma Cantadeira, que estreia no Coliseu da cidade do Porto e lhe vale o prémio do SNI, como melhor actriz do ano. Em 49, Vendaval Maravilhoso, uma co-produção Luso-Brasileira, de Leitão de Barros.

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Retiro da Severa  (Fado) Inserido Sunday 03 February 2008 20:22

                                                 Largo da Severa na Mouraria

Com 20 anos de idade, casa com Francisco da Cruz, guitarrista amador. Dois anos mais tarde, a separação é inevitável. Conheceu-o durante o Concurso da Primavera, cujo objectivo era descobrir uma nova cantadeira. Embora não tenha participado no concurso, é referenciada ao director do Retiro da Severa, a casa de fados mais famosa da capital, onde só mais tarde actua, em 1939.  E dá-se o primeiro impacto de popularidade passando a actuar no Solar da Alegria e no Café Luso. Todos a querem ouvir, todos a querem ver, todos a querem contratar.

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"Estranha forma de vida"  (Fado) Inserido Sunday 03 February 2008 15:23

Amália com a irmã

 

Em 23 de Julho de 1920, nasce em Portugal, na cidade de Lisboa, aquela que viria a ser amaior ícone de sempre do espectáculo luso, Amália da Piedade Rebordão Rodrigues.

Oriunda de uma família pobre do Fundão, Beira Baixa, é educada pelos avós maternos desde tenra idade. Com apenas 4 anos, dá os primeiros toques de voz pela vizinhança e com 12 anos canta tangos de Carlos Gardel.

A viver novamente com os pais e irmãos, vende fruta em Alcântara, fazendo-se notar pelo impacto da sua voz que lhe vale a participação como solista na Marcha de Alcântara.

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A de Amália Rodrigues  (Fado) Inserido Saturday 02 February 2008 23:58

Ao dar início ao meu blogue sobre música abarcando diversos estilos e diversas épocas, torna-se incontornável começar pela nossa diva que tanto sublimou, cá dentro como lá fora, este país de mediocridade política.
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